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Trump não será convidado para evento sobre clima em Paris, diz presidência francesa

07/11/2017

'Só chefes de estado envolvidos na implementação do acordo foram convidados', afirma comunicado. Cúpula ocorre em dezembro, logo após a COP 23.

 

 

 Uma centena de países foram convidados para a Cúpula de Paris sobre o Clima em 12 de dezembro, mas por enquanto não o presidente americano Donald Trump, anunciou nesta terça-feira (7) um comunicado da presidência francesa.

 

"Por enquanto, o presidente Donald Trump não está convidado" porque os chefes de Estado convidados são aqueles "dos países envolvidos na implementação do acordo", acrescentou o texto. No entanto, representantes do governo americano serão convidados.

 

 

Esta cúpula, que a França organiza por ocasião dos dois anos do acordo de clima de Paris, reunirá 2 mil participantes de cem países convidados e 800 organizações e atores públicos e privados.

 

Anunciada pelo presidente Emmanuel Macron, o evento será realizado logo após a 23ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a COP23, que vai até 17 de novembro em Bonn, na Alemanha.

 

"Precisamos avaliar onde estamos em relação aos compromissos. Se não acelerarmos nossos esforços, não conseguiremos atingir o objetivo de um aumento (da temperatura) de 1,5ºC até o final do século. Devemos redobrar os esforços", ressaltou o palácio do Eliseu em um comunicado.

 

Estados Unidos saíram do Acordo de Paris

 

Donald Trump anunciou em junho a retirada dos Estados Unidos do Acordo de Paris. Aprovado no final de 2015, este pacto histórico visa limitar o aquecimento global abaixo de 2°C, ou 1,5ºC, em comparação com o nível anterior à Revolução Industrial.

 

Mas o anúncio da retirada americana foi como um golpe para um processo complexo, que exige o fim do uso de combustíveis fósseis (carvão, petróleo, gás) para reduzir as emissões de gases do efeito estufa.

 

Nesta fase, os compromissos voluntários assumidos pelos Estados em Paris ainda pressionam o termômetro global para mais de 3°C.

 

Paris, no entanto, espera "construir coalizões para chegar a esta cúpula com resultados concretos", incluindo por meio da criação de dinâmicas com cidades, fundos de investimentos ou ainda bancos de desenvolvimento.

 

Fonte: https://goo.gl/5CNDny

 

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