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Raio que atingiu Brasil em 2018 é o maior já registrado no mundo

O relâmpago cortou o céu em mais de 700 km. Outro recorde vai para a Argentina, com o raio mais duradouro — foram 16,73 segundos em um único flash.

 

 

A Organização Meteorológica Mundial (WMO, na sigla em inglês) anunciou nesta quinta-feira (24) dois novos recordes mundiais de raios: o de maior distância relatada e o de maior duração para um único relâmpago.

 

O recordista em distância aconteceu no Brasil, em 31 de outubro de 2018: o relâmpago cortou o céu em mais de 700 km. Isso é equivalente à distância entre Boston e Washington D.C., nos Estados Unidos, ou entre Londres e Basileia, na Suíça, informou a organização em comunicado. O antigo recorde nessa categoria era de 321 km, medido em 20 de junho de 2007 no estado de Oklahoma, nos Estados Unidos.

 

Já o segundo recorde vai para a Argentina: a duração do relâmpago que atingiu o norte do país em 4 de março de 2019 foi de 16,73 segundos em um único flash. Esse é mais que o dobro do recorde anterior, de 7,74 segundos, medido em 30 de agosto de 2012 no sul da França.

 

As descobertas foram estabelecidos graças a novas tecnologias de imagens de satélite. “Esses são registros extraordinários de eventos únicos de relâmpagos. Extremos ambientais são medidas vivas do que a natureza é capaz, bem como o progresso científico em poder fazer essas avaliações", afirma, em nota, Randall Cerveny, relator-chefe de extremos climáticos e climáticos da WMO.

 

A instituição também alerta para o risco de morte por raios — e o Brasil é um dos países onde isso mais acontece, de acordo com um levantamento feito pelo Inpe. Assim, as novas informações podem servir como um mecanismo para a segurança pública contra nuvens eletrificadas, onde os flashes podem percorrer em distâncias extremamente grandes. 

 

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