Escultura gigante em Veneza chama atenção sobre as mudanças climáticas


O projeto “Titled Support” foi desenvolvido para a Bienal de Arte de Veneza 2017.

O Acordo de Paris estabeleceu como meta manter o aquecimento global dentro do limite de 1,5 graus. Mas o quanto pessoas comuns, que não acompanham os dados alarmantes sobre as mudanças climáticas, estão cientes do real problema? Se depender do artista italiano Lorenzo Quinn, elas vão entender nem que seja por meio de uma escultura gigante e bem chamativa em um dos cartões postais da Itália.


Desenvolvido para a Bienal de Arte de Veneza 2017, o projeto “Titled Support” retrata duas mãos que surgem de um canal para apoiar um hotel – como se ele estivesse prestes a desabar. Segundo ele, a ideia é que as pesssoas precisam responder ao aquecimento global adequadamente antes que seja tarde demais.


“Veneza é uma cidade de arte flutuante que inspirou culturas durante séculos”, disse Lorenzo Quinn à Halcyon Gallery. “Mas, para continuar assim, precisa do apoio da nossa geração e dos futuros, porque está ameaçada pelas mudanças climáticas e pela decadência do tempo”.


O apoio, de acordo com o artista, quer mostrar a esperança na tentativa de manter o edifício acima da água e o medo em destacar a fragilidade da situação. “Eu queria esculpir o que é considerado a parte mais difícil e mais tecnicamente desafiadora do corpo humano. A mão tem tanto poder – o poder de amar, odiar, criar, destruir”.


Fonte: https://goo.gl/COfX82


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O projeto Tempo de Aprender em Clima de Ensinar foi criado pela equipe do Laboratório de Meteorologia da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (LAMET/UENF), com o intuito de discutir com alunos e professores de escolas públicas as diferenças entre os conceitos de “tempo” e “clima” através de avaliações e estudos das características da atmosfera.

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