Bloqueios por causa do coronavírus devem provocar queda recorde nas emissões de CO2


Redução nas emissões de dióxido de carbono chegaria a 8% - seis vezes maior que a queda de 400 milhões de toneladas registrada em 2009 após a crise financeira global.

Indústria de processamento de lixo libera fumaça no meio ambiente em Bruxelas em foto de arquivo — Foto: Reuters/Yves Herman

A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) afirmou que a demanda global de energia pode cair 6% em 2020 devido às restrições impostas pelo esforço para conter a rápida propagação do novo coronavírus. Como consequência, a queda nas emissões de dióxido de carbono chegaria a 8% - seis vezes maior que a queda de 400 milhões de toneladas registrada em 2009 após a crise financeira global.

Essa seria a maior contração em termos absolutos já registrados, de acordo com a agência, que tem sede em Paris e aconselha os países industrializados sobre questões de energia.

"Alguns países podem adiar a suspensão do bloqueio, ou uma segunda onda de coronavírus pode tornar nossas expectativas atuais otimistas", disse à Reuters o diretor executivo da organização, Fatih Birol.

A demanda por carvão foi a mais atingida: caiu 8% em comparação com o mesmo período do ano passado.

A demanda global de gás natural pode cair cerca de 5% em 2020. Já a geração de eletricidade caiu 2,6% no primeiro trimestre.

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O projeto Tempo de Aprender em Clima de Ensinar foi criado pela equipe do Laboratório de Meteorologia da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (LAMET/UENF), com o intuito de discutir com alunos e professores de escolas públicas as diferenças entre os conceitos de “tempo” e “clima” através de avaliações e estudos das características da atmosfera.

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