Faltam 20 dias para o Inverno. Ar seco atua na maior parte do BR

Por Redação Climatempo


Foto: Roberta Silva - Belo Horizonte - MG


O ar seco ganha força em boa parte do Brasil neste início de junho. A atuação deste sistema inibe a formação de nuvens de chuva em vários estados brasileiros. Faltam 20 dias para a chegada da nova estação que começa no dia 21 de junho, às 00h32, horário de Brasília.

Nesta quarta-feira, praticamente todo o Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Tocantins, Rondônia, Piauí, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, áreas de agreste e sertão da Paraíba e de Pernambuco vão ter mais horas de sol. Com o aquecimento do ar a temperatura sobe, principalmente no período da tarde.

Com o calor e a secura do ar, é possível que algumas localidades do noroeste paulista, Goiás, Distrito Federal, sul e leste de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, triângulo e oeste de Minas Gerais, centro-oeste da Bahia e quase todo o Tocantins registrem nesta quarta (02), índices de umidade abaixo de 30%.


O ar seco e parado provoca uma situação desconfortável. Os poluentes ficam mais concentrados e a qualidade do ar pode ficar prejudicada nos grandes centros urbanos. A sensação térmica também é maior. A ausência de chuva nesta época do ano é normal. Mesmo assim, vivenciar esta estiagem não é fácil.

Clima seco e sua saúde


Dentre os problemas que o Clima seco nos traz, o principal são os problemas respiratórios. Sinusites, gripes, resfriados e alergias que aumentam em quase 25% em períodos de tempo seco, sem contar à poluição que atinge níveis críticos, devido a esse acúmulo de poluentes com gazes tóxicos que não conseguem se dispersar na atmosfera ocorrem mais problemas como, dores de cabeça, irritações nos olhos, nariz e garganta.




Próximos dias

Na quinta-feira (03), feriado de Corpus Christi, o dia ainda será seco na maior parte do Brasil devido à atuação de um grande sistema de alta pressão atmosférica, que está impedindo a formação de nuvens carregadas. Com os baixos índices de umidade relativa do ar e o excesso de calor, o risco de queimadas permanece muito elevado, principalmente em áreas do interior do país.

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