Histórico: furacão Iota atinge categoria 5 em pleno mês de Novembro

O 30º sistema de dessa temporada recorde alcançou a categoria superior muito rapidamente, algo incomum para em mês de Novembro. Seus efeitos já foram sentidos nas ilhas colombianas e na Nicarágua.


Por Tiago Robles



Moradores são retirados de suas casas em áreas de risco por causa da aproximação do furacão Iota, em Tegucigalpa, em Honduras, na terça-feira (17) — Foto: Orlando Sierra/AFP


Depois de se tornar o 13º furacão desta temporada histórica no Atlântico na manhã de domingo (15) (com 30 tempestades nomeadas na época), Iota sofreu uma intensificação repentina chegando a categoria 5 nesta segunda-feira (16).




Move-se para oeste com uma velocidade de deslocamento de 15 km/h, ventos sustentados de 260 km/h, o que o torna um furacão de categoria 5, algo não visto desde 1932 na Bacia do Atlântico em um mês de Novembro próximo ao final do temporada.


Ao tocar o solo na Nicarágua na manhã de terça-feira, 17, Iota foi rebaixado a categoria de tempestade tropical, com ventos de 120 km/h.


Relatórios preliminares citam árvores derrubadas e postes elétricos e telhados arrancados de casas e empresas, mas sem mortes ou feridos, disse Guillermo González, diretor da agência de gerenciamento de emergência da Nicarágua.

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O projeto Tempo de Aprender em Clima de Ensinar foi criado pela equipe do Laboratório de Meteorologia da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (LAMET/UENF), com o intuito de discutir com alunos e professores de escolas públicas as diferenças entre os conceitos de “tempo” e “clima” através de avaliações e estudos das características da atmosfera.

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